Guilty Gear vai além de um jogo de luta (Guilty Gear addition beyond a fighting game)

Autor: @mestredosfatalitys (Jefferson)

Um dos mais peculiares títulos de luta está perto de comemorar três décadas de existência Guilty Gear,  série que sempre destoou de seus rivais mais populares.

O primeiro jogo foi lançado em 1988, a ideia principal veio da mente do genial Daisuke Ishiwari que além de ser desenvolvedor de games é ilustrador, músico, compositor e digamos nas horas vagas até ator, esse é um dos pontos que faz a franquia se destacar. Geralmente em jogos de luta a ideia principal nasce de um time, mas em Guilty Gear Daisuke surge como autor, algo que tem semelhança com o processo de criação de um mangá sendo impossível desassociar a obra do criador.

A série nasce do conceito de criar um game de luta estiloso, com a temática mais fantasia, tendo como fonte de influência o mangá Bastard!!, com o intuito de juntar o público dos anime com os dos games, proposta que destaca a franquia até hoje.

A parte artística sempre foi algo impressionante, não temos aqui os estereótipos como “lutador de Karatê com quimono”, mas sim personagens únicos e cativantes cuja aparência destoa de tudo visto na época.

O sistema de jogabilidade  é focado em combos,  e temos o famosos “instant kill move” chamado de Destroyer movimento similar ao Fatality de Mortal Kombat, mas que pode ser aplicado a qualquer momento na partida, imagine na época das locadoras lotadas passar pela experiência de receber esse movimento.

Contudo a série elevou o patamar do gênero, quebrando tradições e aprimorando conceitos, se você nunca jogo ainda é tempo, como diria no inicio da partida…Let’s Rock!

A arte de Guilty Gear:

A música de Guilty Gear:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Rolar para cima